Leituras da Ilustração Brasileira: Célestin Hippeau (1803-1883)

Autores

  • Maria Helena Camara Bastos Universidade Luterana do Brasil. Autor

Palavras-chave:

Século XIX, Instrução Pública, Educação Comparada, Idéias Pedagógicas, Cultura Escolar

Resumo

Que pensadores a elite ilustrada brasileira privilegiava em suas leituras, na segunda metade do século XIX? As inúmeras referências a Célestin Hippeau levam à necessidade de melhor conhecer a trajetória desse pensador e as idéias que tanto atraíram a intelectualidade brasileira. A partir de 1870, Hippeau edita uma série de volumes sobre o ensino em diversos países, com o objetivo de que na França fosse conhecida a organização da instrução pública de outros países, e também de que os países “pudessem introduzir inovações no seu sistema de ensino público e implantar reformas que excelentes espíritos já pensaram”. Analisa o que era considerado necessário e importante para integrar todo sistema de educação pública no século XIX: um sistema que evidenciasse progresso, numa visão de mundo ideal – otimista e triunfante, expressão de uma modernidade educacional e de um projeto liberal de educação.

 

 

Biografia do Autor

  • Maria Helena Camara Bastos, Universidade Luterana do Brasil.
    Doutora em história e filosofia da educação; professora no programa de pós-graduação em educação da Universidade Luterana do Brasil. Professora titular em história da educação no PPGEDU/UFRGS; pesquisadora do CNPq.

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Publicado

2012-02-16

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Leituras da Ilustração Brasileira: Célestin Hippeau (1803-1883). (2012). Revista Brasileira De História Da Educação, 2(1 [3]), 67-112. https://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/rbhe/article/view/38734