Podemos afirmar que os professores formadores são negacionistas?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4025/dialogos.v29i3.78717

Palavras-chave:

negacionismo, formação de professores, formação inicial

Resumo

O ensaio reflete sobre a negação sistemática dos conhecimentos gerados pelo campo de pesquisa do ensino de História por parte dos professores formadores nos cursos de licenciatura em História no Brasil e os impasses a que chegamos por esse posicionamento. Discute o conceito de negacionismo e argumenta se tal adjetivo cabe a situação, elencando os desafios e potenciais para a formação dos profissionais de História. Inicialmente, detalhamos os termos do nosso problema e a hipótese. Em seguida, demonstramos a proposição sobre o negacionismo dos professores formadores. Por fim, apresentamos elementos que podem ajudar a efetivar o diálogo necessário.

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Biografia do Autor

  • Margarida Maria Dias de Oliveira, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Natal-RN, BR

    Doutora em História pela Universidade Federal de Pernambuco (2003), com uma tese sobre o ensino de história e a construção de manuais escolares. Atualmente, exerce funções como Professora Titular da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, atuando no Departamento de História e no Programa de Pós-Graduação em Ensino de História (ProfHistória), do qual foi uma das principais articuladoras nacionais. No âmbito da investigação, é uma das referências do grupo GPEH (Grupo de Pesquisa em Ensino de História) e dedica-se ao estudo da Didática da História, cultura escolar, livros didáticos e a formação de professores. O seu percurso científico destaca-se pela coordenação de importantes dicionários e obras coletivas que fundamentam o campo do ensino de história no Brasil

  • Itamar Freitas, Universidade Federal de Sergipe (UFS). São Cristóvão-SE, BR

    Doutor em História pela Universidade Federal de Santa Catarina (2006). Atualmente, exerce funções como Professor Titular da Universidade Federal de Sergipe (UFS), atuando no Departamento de História e nos Programas de Pós-Graduação em História e em Educação. No âmbito da investigação, é uma das referências do grupo GPEH (Grupo de Pesquisa em Ensino de História) e dedica-se ao estudo da Teoria da História, História da Historiografia e Didática da História. O seu percurso científico destaca-se pela produção sobre manuais escolares, cultura histórica e a formação do pensamento histórico em contextos escolares.

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Publicado

2026-04-14

Como Citar

Podemos afirmar que os professores formadores são negacionistas?. (2026). Dialogos, 29(3), 15-27. https://doi.org/10.4025/dialogos.v29i3.78717

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