Comparação entre dois métodos para determinação de potência mecânica em saltos verticais - doi: 10.4025/reveducfis.v23i2.15018

Autores

  • Jorge Luiz Storniolo Universidade Federal do Rio Grande do Sul Autor
  • Gabriela Fischer Universidade de Verona - ITA Autor
  • Leonardo Alexandre Tartaruga Universidade Federal do Rio Grande do Sul Autor

Palavras-chave:

Potência Mecânica, Salto Vertical, Fadiga

Resumo

O objetivo do estudo foi comparar valores de potência mecânica de saltos verticais obtidos através do teste de BOSCO (potência teórica, PT) com valores de potência mecânica registrados por uma plataforma de força (potência experimental, PE) e verificar a concordância entre os dois métodos. Onze corredores recreacionais realizaram saltos contínuos máximos durante 60 segundos. Foram utilizados a plataforma de força 3D e o sistema de cinemetria 2D para cálculo da PT e PE, respectivamente. A partir da análise cinemática (Dvideow 5.0) foram obtidos o tempo de voo e o número de saltos. Utilizou-se o teste de Bland e Altman para a análise de concordância entre os métodos. Os valores médios de PT e PE foram de 15,6±2,4 W.kg-1 e 20,8±3,2 W.kg-1, respectivamente, situando-se entre os limites de concordância de ± 2dp. Concluiu-se que a equação de PT é um método conveniente para determinação da potência mecânica durante saltos verticais contínuos.


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Biografia do Autor

  • Jorge Luiz Storniolo, Universidade Federal do Rio Grande do Sul
    Educação física (áreas da locomoção humana e treinamento esportivo).
  • Gabriela Fischer, Universidade de Verona - ITA
    Educação física (locomoção humana, treinamento esportivo).
  • Leonardo Alexandre Tartaruga, Universidade Federal do Rio Grande do Sul
    Educação física (mecânica e energética da corrida)

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Publicado

2012-07-25

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

1.
Comparação entre dois métodos para determinação de potência mecânica em saltos verticais - doi: 10.4025/reveducfis.v23i2.15018. JPhysEduc (Maringá) [Internet]. 25º de julho de 2012 [citado 5º de junho de 2026];23(2):261-70. Disponível em: https://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/15018