O pacto com a leitura e escrita no Estado da Bahia: normalização, disciplina e controle para governar a infância

Autores

  • REGINALDO SANTOS PEREIRA Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) Autor http://orcid.org/0000-0001-6169-9773
  • NILSON FERNANDES DINIS Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/tpe.v22i2.45423

Palavras-chave:

Alfabetização. Governo. Infância

Resumo

Este artigo analisa como são organizadas as atividades de leitura e escrita na Proposta Didática para Alfabetizar Letrandodo Programa Pacto pela Educação(PPE)no estado da Bahia. A partir dos pressupostos teóricos de Michel Foucault, discute como essas atividades normalizam, disciplinam, controlam e produzem as subjetividades das crianças e professoras no processo de alfabetização. O estudo foi de caráter documental e utilizou a ferramenta analítica discursiva da arqueogenealogiafoucaultiana. Os resultados indicam que, mediante um jogo discursivo, são produzidos na e pela Proposta os discursos pedagógicos sobre alfabetização, rígidos tempos e espaços de ensinar e aprender, práticas de controle e normalização, as quais conduzem o governo de docentes e crianças no aprendizado da leitura e escrita.

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Biografia do Autor

  • REGINALDO SANTOS PEREIRA, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)
    Doutor em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Professor Adjunto do Curso de Pedagogia e do Programa de Pós-Graduação em Educação (Mestrado) da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB).
  • NILSON FERNANDES DINIS, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
    Professor Associado do Departamento de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

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Publicado

2019-09-16

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

O pacto com a leitura e escrita no Estado da Bahia: normalização, disciplina e controle para governar a infância. (2019). Teoria E Prática Da Educação, 22(2), 91-108. https://doi.org/10.4025/tpe.v22i2.45423