Solidão como processo de educação e de apropriação de si - doi: 10.4025/actascieduc.v35i1.17282

Autores

  • Cezar Luís Seibt UFPA

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascieduc.v35i1.17282

Palavras-chave:

Finitude, solidão, singularização, educação.

Resumo

Encontramos o ser humano, normalmente, absorvido pelo poder da massa, do impessoal, em fuga de si mesmo. Segundo o diagnóstico de Martin Heidegger, ele oculta de si sua finitude, sua temporalidade através de uma constante ocupação favorecida pelo falatório, pela curiosidade e pela ambiguidade. Um retorno a si mesmo pressupõe a coragem de assumir a solidão radical, a condição finita e insuperável que caracteriza a existência humana. A capacidade de solidão cria as condições para que cada um assuma a própria vida como projeto, com responsabilidade. Sugerimos que a educação deva tornar-se elemento que contribua para que cada um tenha condições de singularizar-se e de libertar-se dos imperativos massificadores da lógica do mercado.

 

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Biografia do Autor

  • Cezar Luís Seibt, UFPA

    Docente da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPA

    Graduação em Ciências Religiosas, Filosofia e Psicologia. Doutor em Filosofia pela PUCRS.

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Publicado

2012-11-26

Edição

Seção

Formação de Professores e Políticas Públicas

Como Citar

Solidão como processo de educação e de apropriação de si - doi: 10.4025/actascieduc.v35i1.17282. (2012). Acta Scientiarum. Education, 35(1), 97-103. https://doi.org/10.4025/actascieduc.v35i1.17282

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