Finitude – raiz da educabilidade do ser humano

Autores

  • Cezar Luís Seibt Universidade Federal do Pará

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascieduc.v38i2.27936

Palavras-chave:

Heidegger, educação, autenticidade, hermenêutica

Resumo

Tomando como ponto de partida alguns elementos do pensamento de Heidegger e focando, sobretudo, a finitude e o sentido do ser, este texto busca pensar o fenômeno da educação. Pretende mostrar o fundamento desta na originária abertura compreensiva do ser humano, no caráter de projeto, de ter-que-ser, próprios do ser humano e ausentes nos outros entes. Conclui que não se pode oferecer, a partir desse pensamento, alguma alternativa objetiva e universalizante, mas somente colocar a caminho e preparar sempre o sujeito ‘ser-aí’ a partir de si mesmo, permitindo que se mantenha desperto e disponível para o acontecimento do mundo.

 

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Biografia do Autor

  • Cezar Luís Seibt, Universidade Federal do Pará
    Docente da Faculdade de Educação da UFPA-Cametá e do Programa de Pós-Graduação em Educação (Belém) e em Educação e Cultura (Cametá).

Publicado

2016-05-11

Edição

Seção

História da Educação

Como Citar

Finitude – raiz da educabilidade do ser humano. (2016). Acta Scientiarum. Education, 38(2), 173-179. https://doi.org/10.4025/actascieduc.v38i2.27936

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