Critérios de qualidade para o livro didático na França (1986-2013)

Autores

  • Itamar Freitas Oliveira Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascieduc.v38i1.25667

Palavras-chave:

ensino de história, impressos educacionais, avaliação

Resumo

Este artigo explora a ideia de ‘bom livro didático’ na França, mediante o exame dos critérios de avaliação produzidos por editores, autores, conselheiros pedagógicos e inspetores nacionais de educação, entre 1986 e 2013. Por meio da análise de dispositivos legislativos, relatórios de inspeção, noticiário da grande imprensa (Le Figaro, Le Monde Diplomatique e Libération) e literatura especializada, concluímos que os conhecimentos pedagógicos são dominantes em todas as iniciativas de produzir critérios para a avaliação do livro didático. Suporte/design e conhecimentos disciplinares estão em segunda posição, seguidos, residualmente, por preocupações linguísticas de acessibilidade e de transmissão de valores. O texto também constata as dificuldades enfrentadas por gestores educacionais franceses para compatibilizar o direito de igualdade com o direito de liberdade em matéria de ensino.

 

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Biografia do Autor

  • Itamar Freitas Oliveira, Universidade de Brasília
    Pós-doutor em História (UnB), doutor em Educação (PUC-SP), mestre em História (UFRJ), especialista em Organização de Arquivos (USP), licenciado em história (UFS). Professor Pesquisador Pleno do Programa de Pós-Graduação em História da UnB e Pesquisador do quadro efetivo do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFS.

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Publicado

2016-01-01

Edição

Seção

História da Educação

Como Citar

Critérios de qualidade para o livro didático na França (1986-2013). (2016). Acta Scientiarum. Education, 38(1), 21-29. https://doi.org/10.4025/actascieduc.v38i1.25667

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