Les droits internationaux des femmes autochtones, leurs répercussions dans la législation brésilienne et les politiques publiques d’éducation et d’enseignement supérieur

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DOI :

https://doi.org/10.4025/tpe.v29i1.82959

Mots-clés :

Femme autochtone, Droits internationaux, Politiques publiques, Législation autochtone brésilienne

Résumé

Pendant des siècles, les peuples autochtones ont été placés sous tutelle, considérés comme civilement incapables et exclus de la participation citoyenne. Cependant, depuis le début de l’invasion européenne, ils ont résisté, lutté et se sont organisés et, plus récemment, avec le soutien d’organisations de la société civile, ils ont obtenu des avancées, notamment celles consacrées par la Constitution fédérale de 1988. On observe également, ces dernières années, l’émergence d’organisations spécifiques de femmes autochtones qui, à partir de la première décennie du XXIe siècle, s’engagent dans la réflexion sur les questions de genre et revendiquent des politiques sociales ciblées. En 2017, la première Marche des femmes autochtones a eu lieu dans le pays, conférant une plus grande visibilité à leurs conditions de vie, ainsi qu’aux formes d’exclusion et aux menaces auxquelles elles sont confrontées. À partir d’une analyse documentaire et bibliographique, ce texte examine certains aspects relatifs aux mouvements des femmes autochtones au Brésil, aux droits internationaux historiquement inscrits dans l’ordre juridique brésilien, ainsi qu’aux politiques publiques du pays, en mettant l’accent sur la formation dans l’enseignement supérieur.

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Biographies de l'auteur-e

  • Débora Faustino Módenes, Universidade Federal de São Paulo

    Doutoranda em Letras, na área de Estudos Linguísticos, pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Graduada em Letras Português/Inglês pela Unicesumar e bacharel em Direito pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Especialista em Metodologia do Ensino de Língua Inglesa. Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino da Universidade Estadual do Paraná (Unespar).

  • Delmira de Almeida Peres, Universidade Estadual de Maringá

    Professora Avá-Guarani. Graduada em pedagogia pela Faculdade de Ensino Superior de São Miguel Do Iguaçu (2012) e mestre em estudos latino-americanos, UNILA (2019). É doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Estadual de Maringá. 

  • Edivaldo Maciel Sigrig Pereira, Universidade Estadual de Maringá

    Professor Kaingang. Graduado em Pedagogia pela Unioeste/PRe mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Maringá (PPE/UEM).  

  • Maria Júlia Werneck de Oliveira, Universidade Estadual de Londrina

    Não há 

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Publié

2026-06-19 — Mis(e) à jour 2026-06-19

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Módenes, D. F., Peres, D. de A., Pereira, E. M. S., & Oliveira, M. J. W. de. (2026). Les droits internationaux des femmes autochtones, leurs répercussions dans la législation brésilienne et les politiques publiques d’éducation et d’enseignement supérieur. Teoria E Prática Da Educação, 29(1). https://doi.org/10.4025/tpe.v29i1.82959