Nacionalização e ensino de história em Santa Catarina na primeira metade do século XX

Autores

  • Claricia Otto Universidade Federal de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascieduc.v39i3.27624

Palavras-chave:

política republicana, educação patriótica, identidade nacional.

Resumo

Este artigo tem por objetivo identificar a influência e a inter-relação das políticas e teorias educacionais do Estado nacional, nos discursos sobre qual história ensinar e para que ensinar, em Santa Catarina, na primeira metade do século XX. Pretende-se, principalmente, focalizar a inter-relação entre a história a ser ensinada e a nacionalização, haja vista a centralização do governo federal voltada para tal finalidade, seja na administração, nos programas e na fiscalização. Do Ministério da Educação provinham instruções de combate às diferentes manifestações de culturas estrangeiras existentes no Brasil, especialmente os usos da língua e o ensino da história e da geografia dos países de onde os diferentes grupos étnicos haviam emigrado. As fontes documentais são constituídas por material bibliográfico, especialmente discursos de obras de Jonathas Serrano, um dos porta-vozes de determinada concepção de história do período e um dos formuladores de discursos e programas da política oficial, recortes da legislação educacional e relatórios de inspetores escolares.

 

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Biografia do Autor

  • Claricia Otto, Universidade Federal de Santa Catarina
    Doutora em História, professora do Departamento de Metodologia de Ensino e do Programa de Pós-graduação em Educação

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Publicado

2017-05-22

Edição

Seção

História da Educação

Como Citar

Nacionalização e ensino de história em Santa Catarina na primeira metade do século XX. (2017). Acta Scientiarum. Education, 39(3), 265-275. https://doi.org/10.4025/actascieduc.v39i3.27624

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